Chris Getzoff
Desafio
A Q‑Centrix — fornecedora reconhecida de soluções em dados clínicos — decidiu expandir-se para o setor de biotecnologia, focando-se em grandes empresas farmacêuticas. Esses clientes prometiam alta visibilidade e demanda por dados, mas o mercado era extremamente competitivo. As tentativas iniciais — personalização leve por meio de tokens do HubSpot — não geraram resultados significativos, e a equipe percebeu que seria necessário uma abordagem mais precisa e impactante para captar a atenção e conquistar a confiança nesse segmento saturado.
Hipótese
A equipe de marketing supôs que conteúdo alinhado exatamente às prioridades de cada empresa farmacêutica ajudaria os gestores a reconhecer mais rapidamente o valor da proposta da Q‑Centrix. Eles escolheram o LinkedIn como canal principal e o complementaram com criativos personalizados e landings individuais. O objetivo: provar que a “personalização profunda” é mais eficaz que mensagens genéricas, gera confiança nos leads e convence as equipes internas de vendas e marketing a escalar essa estratégia.
Solução
A Q‑Centrix abandonou tokens simples como o nome da empresa ou do BDR. Em vez disso, utilizou IA para analisar as prioridades-chave de cada alvo. A equipe coletava de 6 a 7 campos únicos por empresa e fazia consultas à IA — por exemplo, se a empresa tinha ensaios clínicos ativos e em quais áreas terapêuticas estavam concentrados. Essas análises por IA, baseadas em dados públicos, geravam conteúdo altamente relevante. Depois, enriqueciam essas informações com dados do HubSpot e do ZoomInfo, criando landings que pareciam únicos e autoritativos para cada lead.
Implementação e criativos
A publicidade no LinkedIn foi sincronizada com landings personalizados, proporcionando uma experiência coesa do clique até a visualização. Os criativos e os textos refletiam informações específicas da empresa — atividade em ensaios clínicos, foco terapêutico e objetivos estratégicos — tornando a mensagem imediatamente útil para cada espectador.
Resultados
A publicidade no LinkedIn foi sincronizada com landings personalizados, proporcionando uma experiência coesa do clique até a visualização. Os criativos e os textos refletiam informações específicas da empresa — atividade em ensaios clínicos, foco terapêutico e objetivos estratégicos — tornando a mensagem imediatamente útil para cada espectador.
Conclusão
A personalização profunda baseada em IA — reforçada por dados próprios e de terceiros e implementada por meio de criativos integrados — é capaz de transformar a comunicação B2B com empresas farmacêuticas. Quando o conteúdo espelha as prioridades reais do cliente, o engajamento aumenta, a confiança se fortalece e os stakeholders internos escalam a estratégia com segurança.
Campanhas com IA tiveram um CTR 2,3 vezes maior do que as não personalizadas.
O tempo na página aumentou 170% — de segundos para vários minutos.
Aumento de 27% na conversão